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Canal de divulgação:Portal TIinsideData: 02/06/2011
Prorrogação da entrega da EFD PIS/Cofins: solução ou uma dor de cabeça maior?
A notícia da prorrogação do prazo de entrega da Escrituração Fiscal Digital (EFD) do PIS/Cofins foi um verdadeiro alivio para profissionais de contabilidade, técnicos de informática e outros envolvidos em solucionar a necessidade urgente das empresas do Lucro Real com acompanhamento diferenciada. Elas tinham que entregar até o dia 6 de junho os seus arquivos com dados referentes a abril de 2011. Com a prorrogação, a entrega passou a ser obrigatória até o quinto dia útil de fevereiro de 2012... Ufa, que alívio!! Será?
A ideia de entregar os arquivos mais adiante é ótima, pois oferece às empresas a possibilidade de trabalhar com mais folga e calma para consolidar dados, validar informações e gerar a EFD do PIS/Cofins com maior precisão. Porém, o que ajuda em matéria de tempo agora se torna um verdadeiro desafio: entregar o período entre abril e dezembro de 2011 em fevereiro do próximo ano – sim, todos os períodos até a mesma data.
São nada menos que nove arquivos, um para cada mês, validados no PVA, assinados digitalmente e entregues em separado para a Receita Federal. Nunca antes as empresas tiveram um desafio parecido, os volumes são imensos e a complexidade é enorme diante de tantos números ao mesmo tempo.
Lembro a todos que, diferente do que foi o SPED Fiscal, onde já tínhamos uma cultura fiscal com livro de entrada, saída, estoques e apuração de ICMS e IPI, no caso da EFD do PIS/Cofins temos uma situação diferente: não existiam livros de apuração oficiais de PIS e do Cofins, uma vez que cada empresa apurava seus dados e impostos de uma forma, alguns “olhando” para a contabilidade e outros para notas fiscais, eletrônicas ou não. A EFD do PIS/Cofins exige dados detalhados até o nível de item de documento fiscal.
Bem, mas como ficou a entrega? Agora é assim:
Empresas no Lucro Real com acompanhamento diferenciado obrigadas a partir de 1º de abril de 2011: os dados referentes ao período de abril a dezembro de 2011 devem ser entregues até o quinto dia útil de fevereiro de 2012;
Empresas no Lucro Real (as outras) obrigadas a partir de 1º de julho de 2011: os dados referentes ao período de julho a dezembro de 2011 devem ser entregues até o quinto dia útil de fevereiro de 2012.
Empresas do Lucro Presumido, Arbitrado e do Setor Financeiro (bancos, seguradoras, etc.), que serão obrigadas a partir de 1º de janeiro do próximo ano: os dados de referentes a janeiro de 2012 devem ser entregues até o quinto dia útil de março de 2012.
Mais prazo e mais tempo trazem um bom nível de tranquilidade, porém, o volume é preocupante. Se deixarem tudo para dezembro ou janeiro, as empresas ficarão numa situação muito pior do que estão hoje.
Grandes empresas estavam tendo muita dificuldade para gerar o arquivo de um único mês. Algumas estavam em projeto desde o ano passado, se preparando para gerar uma base para abril de 2011 com consistência e confiabilidade, mesmo assim estão com problemas até hoje. Imaginem só o que seria tratar dados legados de três, quatro, cinco e até seis meses sem nenhuma preparação prévia? Seria uma tragédia contábil!
As empresas que não se prepararem com muita antecedência, não terão dados confiáveis, consistentes e completos para gerar a EFD do PIS/Cofins. Por isso, os projetos devem começar já!
Outro ponto de atenção é a quantidade de empresas brasileiras enquadradas no regime de lucro real. Pensem no tráfego que terão de suportar os servidores da Receita Federal em fevereiro de 2011. O volume de um arquivo do SPED Contábil é muito menor que o de um da EFD do PIS/Cofins. Lentidão, falha na transmissão, versões novas de PVA e outras casualidades...Vai ser complicado entregar tudo de uma vez, concordam?
A prorrogação é uma solução que vai virar dor de cabeça, podendo ocasionar atrasos na entrega se não houver um planejamento e trabalho antecipados.
Sem falar que cada dia mais empresas optam por um ou outro regime, em especial o Lucro Real. Os impactos devem ser medidos não só pelo valor de impostos a serem pagos ou em sua lucratividade fiscal, mas as empresas devem também analisar a responsabilidade contábil, financeira, fiscal e as obrigações acessórias envolvidas na opção do seu regime.
Logicamente que o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) ampliou e fará muito mais pela transparência econômica e empresarial, sendo um modelo para o mundo no que se refere à tecnologia e processos para com o Fisco. Porém, as empresas devem ficar atentas aos prazos e conteúdos. A não entrega da EFD do PIS/Cofins é passível de multa, porém, a autuação pela entrega inconsistente pode chegar a ser encarada em uma auditoria fiscal oficial como ato de fraude ou sonegação, que pode ser imputada como crime contra a ordem econômica nacional, com pesadas multas, fechamento de empresas e até mandados de busca, apreensão e prisão.
Realmente o assunto é sério e preocupante. Prorrogar a entrega não pode ser encarada por empresários e contadores como uma oportunidade de deixar para amanhã o que deveria ser feito hoje e, sim, como uma chance a mais de fazer uma entrega de dados com mais consistência e tranquilidade. Pensem nisso, planejem com antecedência e envolvam a sua equipe fiscal e/ou uma empresa fiscal especializada para ajudá-los nesta nova etapa.
Ricardo Gimenez é sócio-fundador do Grupo Coldwell
Veja direto da fonte: http://www.tiinside.com.br/02/06/2011/prorrogacao-da-entrega-da-efd-pis-cofins-solucao-ou-uma-dor-de-cabeca-maior-/gf/226619/news.aspx
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Canal de divulgação:Portal PartnerSalesData: 02/06/2011
Prorrogação da entrega do SPED EFD PIS e COFINS – Solução ou uma dor de cabeça maior?
Ricardo Gimenez é sócio-fundador do Grupo Coldwell
Notícia divulgada em vários Blogs, com base na IN 1161 de 31/05/2011, foi um verdadeiro alívio para profissionais de contabilidade, técnicos de informática e outros envolvidos em solucionar a necessidade urgente das empresas do lucro real com acompanhamento diferenciado, uma vez que as mesmas tinham que entregar até dia 06/06/2011 seus arquivos SPED EFD PIS e COFINS referentes aos dados de abril/2011. Com a prorrogação, a entrega passou a ser obrigatória até o quinto dia útil de Fevereiro de 2012... Ufa que alívio! Será?
A ideia de entregar os arquivos mais adiante é ótima, pois oferece às empresas a possibilidade de trabalhar com mais folga e calma para consolidar dados, validar informações e gerar o SPED PIS e COFINS com maior precisão, porém, o que ajuda em matéria de tempo agora se torna um verdadeiro desafio - entregar o período entre Abril/11 a Dezembro/11 em Fevereiro de 2012 - sim todos os períodos até a mesma data.
São nada menos que 9 arquivos, um para cada mês, validados no PVA, assinados digitalmente e entregues em separado para a SRF (Receita Federal). Nunca antes as empresas da era do SPED tiveram um desafio parecido, os volumes são imensos e a complexidade é enorme diante de tantos números ao mesmo tempo.
Lembro a todos que diferente do que foi o SPED Fiscal, onde já tínhamos uma cultura fiscal com livro de entrada, saída, estoques e apuração de ICMS e IPI, no caso do SPED PIS e COFINS temos uma situação diferente, não existiam livros de apuração oficiais de PIS e de COFINS uma vez que cada empresa apurava seus dados e impostos de uma forma, alguns “olhando” para a contabilidade e outros para notas fiscais ou NFe (Notas Fiscais Eletrônicas). O SPED PIS e COFINS exige dados detalhados até o nível de item de documento fiscal.
Bem, mas como ficou a entrega? Agora é assim:
• Empresas no Lucro Real com acompanhamento diferenciado obrigadas a partir de 01/04/2011 – dados referentes ao período de Abril/11 a Dezembro/11, devem fazer a entrega conjunta até o quinto dia útil de Fevereiro/2012
• Empresas no Lucro Real (as outras) serão obrigadas a partir de 01/07/2011 – dados referentes ao período de Julho/11 a Dezembro/11, devem fazer a entrega conjunta até o quinto dia útil de Fevereiro/2012
• Empresas do Lucro Presumido, Arbitrado e do Setor Financeiro (bancos, seguradoras, etc.) serão obrigadas a partir de 01/01/2012 – dados de referentes a Janeiro/12, entrega no quinto dia útil de Março/2012
Hoje pela manhã recebi dois telefonemas, um deles o cliente dizia: “Agora estou tranqüilo, vai dar tudo certo... Temos tempo e prazo!” O outro, “O que você acha que vai acontecer? O prazo esticou e teremos uma tranqüilidade a mais...”, concordei com ambos, mais prazo e mais tempo trazem um bom nível de tranqüilidade, porém, o volume é preocupante. Se deixarem tudo para dezembro ou janeiro, as empresas ficarão numa situação muito pior do que estão hoje.
Grandes empresas estavam tendo muita dificuldade para gerar o arquivo de um único mês, algumas estavam em projeto desde o ano passado, se preparando para gerar uma base para abril/11 com consistência e confiabilidade, mesmo assim estão com problemas até hoje. Imaginem só o que seria tratar dados legados, de três, quatro, cinco e até seis meses sem nenhuma preparação prévia? Seria uma tragédia contábil!
As empresas que não se prepararem com muita antecedência, não terão dados confiáveis, consistentes e completos para gerar seus SPED PIS e COFINS, por isso os projetos devem começar já!
Outro ponto de atenção - vocês sabem quantas empresas brasileiras estão no regime de lucro real? Pensem no trafego que terão de suportar os servidores da Receita Federal em Fevereiro/11? O volume de um arquivo SPED Contábil é muito menor que o de um SPED PIS e COFINS... Lentidão, falha na transmissão, versões novas de PVA (Validador da Receita) e outras casualidades... Vai ser complicado entregar tudo de uma vez, concordam? Uma verdadeira solução que vai virar dor de cabeça podendo ocasionar atrasos na entrega se não houver um planejamento e trabalho antecipados.
Sem falar que cada dia mais empresas optam por um ou outro regime, em especial o Lucro Real, os impactos disso devem ser medidos não só pelo valor de impostos a serem pagos ou em sua lucratividade fiscal, mas as empresas devem também analisar a responsabilidade contábil, financeira, fiscal e as obrigações acessórias envolvidas na opção do seu regime.
Logicamente que o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) ampliou e fará muito mais pela transparência econômica e empresarial, sendo um modelo para o mundo no que se refere a tecnologia e processos para com o FISCO, porém, as empresas devem estar muito atentas a prazos e conteúdos. A não entrega do SPED EFD PIS e COFINS é passível de multa, porém, a autuação pela entrega inconsistente pode chegar a ser encarada em uma auditoria fiscal oficial como ato de fraude ou sonegação, que pode ser imputada como crime contra a ordem econômica nacional, com pesadas multas, fechamento de empresas e até mandados de busca, apreensão e prisão. Você já deve ter visto isso no telejornal de domingo a noite: Operação Solta e Agarra, Operação Vôo da Pomba e outros nomes criativos e ridículos. Assim, a solução da prorrogação vira dor de cabeça lá na frente, certo?
Realmente o assunto é sério e preocupante, prorrogar a entrega não pode ser encarada por empresários e contadores como uma oportunidade de deixar para amanhã o que deveria ser feito hoje e sim, como uma chance a mais de fazer uma entrega de dados com mais consistência e tranqüilidade. Pensem nisso, planejem com antecedência e envolvam a sua equipe fiscal e/ou uma empresa fiscal especializada para ajudá-los nesta nova etapa.
Veja direto da fonte: http://www.partnersales.com.br/artigo/388/prorrogacao-da-entrega-do-sped-efd-pis-e-cofins-%E2%80%93-solucao-ou-uma-dor-de-cabeca-maior
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Canal de divulgação:Portal Investimentos e NotíciasData: 03/06/2011
Prorrogação da entrega do SPED EFD PIS e COFINS – Solução ou uma dor de cabeça maior?
Notícia divulgada em vários Blogs, com base na IN 1161 de 31/05/2011, foi um verdadeiro alívio para profissionais de contabilidade, técnicos de informática e outros envolvidos em solucionar a necessidade urgente das empresas do lucro real com acompanhamento diferenciado, uma vez que as mesmas tinham que entregar até dia 06/06/2011 seus arquivos SPED EFD PIS e COFINS referentes aos dados de abril/2011. Com a prorrogação, a entrega passou a ser obrigatória até o quinto dia útil de Fevereiro de 2012... Ufá que alívio!! Será?
A ideia de entregar os arquivos mais adiante é ótima, pois oferece às empresas a possibilidade de trabalhar com mais folga e calma para consolidar dados, validar informações e gerar o SPED PIS e COFINS com maior precisão, porém, o que ajuda em matéria de tempo agora se torna um verdadeiro desafio - entregar o período entre Abril/11 a Dezembro/11 em Fevereiro de 2012 - sim todos os períodos até a mesma data.
São nada menos que 9 arquivos, um para cada mês, validados no PVA, assinados digitalmente e entregues em separado para a SRF (Receita Federal). Nunca antes as empresas da era do SPED tiveram um desafio parecido, os volumes são imensos e a complexidade é enorme diante de tantos números ao mesmo tempo.
Lembro a todos que diferente do que foi o SPED Fiscal, onde já tínhamos uma cultura fiscal com livro de entrada, saída, estoques e apuração de ICMS e IPI, no caso do SPED PIS e COFINS temos uma situação diferente, não existiam livros de apuração oficiais de PIS e de COFINS uma vez que cada empresa apurava seus dados e impostos de uma forma, alguns "olhando" para a contabilidade e outros para notas fiscais ou NFe (Notas Fiscais Eletrônicas). O SPED PIS e COFINS exige dados detalhados até o nível de item de documento fiscal.
Bem, mas como ficou a entrega? Agora é assim:
• Empresas no Lucro Real com acompanhamento diferenciado obrigadas a partir de 01/04/2011 – dados referentes ao período de Abril/11 a Dezembro/11, devem fazer a entrega conjunta até o quinto dia útil de Fevereiro/2012
• Empresas no Lucro Real (as outras) serão obrigadas a partir de 01/07/2011 – dados referentes ao período de Julho/11 a Dezembro/11, devem fazer a entrega conjunta até o quinto dia útil de Fevereiro/2012
• Empresas do Lucro Presumido, Arbitrado e do Setor Financeiro (bancos, seguradoras, etc.) serão obrigadas a partir de 01/01/2012 – dados de referentes a Janeiro/12, entrega no quinto dia útil de Março/2012
Hoje pela manhã recebi dois telefonemas, um deles o cliente dizia: “Agora estou tranqüilo, vai dar tudo certo... Temos tempo e prazo!” O outro, “O que você acha que vai acontecer? O prazo esticou e teremos uma tranqüilidade a mais...”, concordei com ambos, mais prazo e mais tempo trazem um bom nível de tranqüilidade, porém, o volume é preocupante. Se deixarem tudo para dezembro ou janeiro, as empresas ficarão numa situação muito pior do que estão hoje.
Grandes empresas estavam tendo muita dificuldade para gerar o arquivo de um único mês, algumas estavam em projeto desde o ano passado, se preparando para gerar uma base para abril/11 com consistência e confiabilidade, mesmo assim estão com problemas até hoje. Imaginem só o que seria tratar dados legados, de três, quatro, cinco e até seis meses sem nenhuma preparação prévia? Seria uma tragédia contábil!
As empresas que não se prepararem com muita antecedência, não terão dados confiáveis, consistentes e completos para gerar seus SPED PIS e COFINS, por isso os projetos devem começar já!
Outro ponto de atenção - vocês sabem quantas empresas brasileiras estão no regime de lucro real? Pensem no trafego que terão de suportar os servidores da Receita Federal em Fevereiro/11? O volume de um arquivo SPED Contábil é muito menor que o de um SPED PIS e COFINS... Lentidão, falha na transmissão, versões novas de PVA (Validador da Receita) e outras casualidades... Vai ser complicado entregar tudo de uma vez, concordam? Uma verdadeira solução que vai virar dor de cabeça podendo ocasionar atrasos na entrega se não houver um planejamento e trabalho antecipados.
Sem falar que cada dia mais empresas optam por um ou outro regime, em especial o Lucro Real, os impactos disso devem ser medidos não só pelo valor de impostos a serem pagos ou em sua lucratividade fiscal, mas as empresas devem também analisar a responsabilidade contábil, financeira, fiscal e as obrigações acessórias envolvidas na opção do seu regime.
Logicamente que o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) ampliou e fará muito mais pela transparência econômica e empresarial, sendo um modelo para o mundo no que se refere a tecnologia e processos para com o FISCO, porém, as empresas devem estar muito atentas a prazos e conteúdos. A não entrega do SPED EFD PIS e COFINS é passível de multa, porém, a autuação pela entrega inconsistente pode chegar a ser encarada em uma auditoria fiscal oficial como ato de fraude ou sonegação, que pode ser imputada como crime contra a ordem econômica nacional, com pesadas multas, fechamento de empresas e até mandados de busca, apreensão e prisão. Você já deve ter visto isso no telejornal de domingo a noite: Operação Solta e Agarra, Operação Vôo da Pomba e outros nomes criativos e ridículos. Assim, a solução da prorrogação vira dor de cabeça lá na frente, certo?
Realmente o assunto é sério e preocupante, prorrogar a entrega não pode ser encarada por empresários e contadores como uma oportunidade de deixar para amanhã o que deveria ser feito hoje e sim, como uma chance a mais de fazer uma entrega de dados com mais consistência e tranqüilidade. Pensem nisso, planejem com antecedência e envolvam a sua equipe fiscal e/ou uma empresa fiscal especializada para ajudá-los nesta nova etapa.
Ricardo Gimenez é sócio-fundador do Grupo Coldwell (www.coldwell.com.br), empresa prestadora de serviços de alta tecnologia, com 6 unidades de negócios no Brasil e mais de 1,3 mil projetos entregues. O Grupo Coldwell conta hoje com 130 profissionais, possui mais de 300 clientes e cobertura em todo o território nacional
Veja direto da fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/prorrogacao-da-entrega-do-sped-efd-pis-e-cofins-solucao-ou-uma-dor-de-cabeca-maior.html
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Canal de divulgação:Portal Indústria e Comércio NewsData: 06/06/2011
Prorrogação da entrega do SPED EFD PIS e COFINS – Solução ou uma dor de cabeça maior?
Ricardo Gimenez
Notícia divulgada em vários Blogs, com base na IN 1161 de 31/05/2011, foi um verdadeiro alívio para profissionais de contabilidade, técnicos de informática e outros envolvidos em solucionar a necessidade urgente das empresas do lucro real com acompanhamento diferenciado, uma vez que as mesmas tinham que entregar até dia 06/06/2011 seus arquivos SPED EFD PIS e COFINS referentes aos dados de abril/2011. Com a prorrogação, a entrega passou a ser obrigatória até o quinto dia útil de Fevereiro de 2012… Ufá que alívio!! Será?
A ideia de entregar os arquivos mais adiante é ótima, pois oferece às empresas a possibilidade de trabalhar com mais folga e calma para consolidar dados, validar informações e gerar o SPED PIS e COFINS com maior precisão, porém, o que ajuda em matéria de tempo agora se torna um verdadeiro desafio – entregar o período entre Abril/11 a Dezembro/11 em Fevereiro de 2012 – sim todos os períodos até a mesma data.
São nada menos que 9 arquivos, um para cada mês, validados no PVA, assinados digitalmente e entregues em separado para a SRF (Receita Federal). Nunca antes as empresas da era do SPED tiveram um desafio parecido, os volumes são imensos e a complexidade é enorme diante de tantos números ao mesmo tempo.
Lembro a todos que diferente do que foi o SPED Fiscal, onde já tínhamos uma cultura fiscal com livro de entrada, saída, estoques e apuração de ICMS e IPI, no caso do SPED PIS e COFINS temos uma situação diferente, não existiam livros de apuração oficiais de PIS e de COFINS uma vez que cada empresa apurava seus dados e impostos de uma forma, alguns “olhando” para a contabilidade e outros para notas fiscais ou NFe (Notas Fiscais Eletrônicas). O SPED PIS e COFINS exige dados detalhados até o nível de item de documento fiscal.
Bem, mas como ficou a entrega? Agora é assim:
Empresas no Lucro Real com acompanhamento diferenciado obrigadas a partir de 01/04/2011 – dados referentes ao período de Abril/11 a Dezembro/11, devem fazer a entrega conjunta até o quinto dia útil de Fevereiro/2012
Empresas no Lucro Real (as outras) serão obrigadas a partir de 01/07/2011 – dados referentes ao período de Julho/11 a Dezembro/11, devem fazer a entrega conjunta até o quinto dia útil de Fevereiro/2012
Empresas do Lucro Presumido, Arbitrado e do Setor Financeiro (bancos, seguradoras, etc.) serão obrigadas a partir de 01/01/2012 – dados de referentes a Janeiro/12, entrega no quinto dia útil de Março/2012
Hoje pela manhã recebi dois telefonemas, um deles o cliente dizia: “Agora estou tranqüilo, vai dar tudo certo… Temos tempo e prazo!” O outro, “O que você acha que vai acontecer? O prazo esticou e teremos uma tranqüilidade a mais…”, concordei com ambos, mais prazo e mais tempo trazem um bom nível de tranqüilidade, porém, o volume é preocupante. Se deixarem tudo para dezembro ou janeiro, as empresas ficarão numa situação muito pior do que estão hoje.
Grandes empresas estavam tendo muita dificuldade para gerar o arquivo de um único mês, algumas estavam em projeto desde o ano passado, se preparando para gerar uma base para abril/11 com consistência e confiabilidade, mesmo assim estão com problemas até hoje. Imaginem só o que seria tratar dados legados, de três, quatro, cinco e até seis meses sem nenhuma preparação prévia? Seria uma tragédia contábil!
As empresas que não se prepararem com muita antecedência, não terão dados confiáveis, consistentes e completos para gerar seus SPED PIS e COFINS, por isso os projetos devem começar já!
Outro ponto de atenção – vocês sabem quantas empresas brasileiras estão no regime de lucro real? Pensem no trafego que terão de suportar os servidores da Receita Federal em Fevereiro/11? O volume de um arquivo SPED Contábil é muito menor que o de um SPED PIS e COFINS… Lentidão, falha na transmissão, versões novas de PVA (Validador da Receita) e outras casualidades… Vai ser complicado entregar tudo de uma vez, concordam? Uma verdadeira solução que vai virar dor de cabeça podendo ocasionar atrasos na entrega se não houver um planejamento e trabalho antecipados.
Sem falar que cada dia mais empresas optam por um ou outro regime, em especial o Lucro Real, os impactos disso devem ser medidos não só pelo valor de impostos a serem pagos ou em sua lucratividade fiscal, mas as empresas devem também analisar a responsabilidade contábil, financeira, fiscal e as obrigações acessórias envolvidas na opção do seu regime.
Logicamente que o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) ampliou e fará muito mais pela transparência econômica e empresarial, sendo um modelo para o mundo no que se refere a tecnologia e processos para com o FISCO, porém, as empresas devem estar muito atentas a prazos e conteúdos. A não entrega do SPED EFD PIS e COFINS é passível de multa, porém, a autuação pela entrega inconsistente pode chegar a ser encarada em uma auditoria fiscal oficial como ato de fraude ou sonegação, que pode ser imputada como crime contra a ordem econômica nacional, com pesadas multas, fechamento de empresas e até mandados de busca, apreensão e prisão. Você já deve ter visto isso no telejornal de domingo a noite: Operação Solta e Agarra, Operação Vôo da Pomba e outros nomes criativos e ridículos. Assim, a solução da prorrogação vira dor de cabeça lá na frente, certo?
Realmente o assunto é sério e preocupante, prorrogar a entrega não pode ser encarada por empresários e contadores como uma oportunidade de deixar para amanhã o que deveria ser feito hoje e sim, como uma chance a mais de fazer uma entrega de dados com mais consistência e tranqüilidade. Pensem nisso, planejem com antecedência e envolvam a sua equipe fiscal e/ou uma empresa fiscal especializada para ajudá-los nesta nova etapa.
Veja direto da fonte: http://www.icnews.com.br/2011.06.06/colunistas/opiniao-do-leitor/prorrogacao-da-entrega-do-sped-efd-pis-e-cofins-%E2%80%93-solucao-ou-uma-dor-de-cabeca-maior/
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Canal de divulgação:Portal Brasil EngenhariaData: 09/06/2011
X Encontro Nacional do Grupo de Usuários de Aplicativos Oracle discute déficit de mão de obra em T.I
Com mais de 150 profissionais presentes, treinamento, formação profissional e retenção de talentos são destaques entre os temas de debate do evento
Cerca de 150 profissionais de empresas associadas, além de executivos da Oracle Brasil estão debatendo capacitação profissional, tendências para o mercado de T.I, treinamento e formação de mão de obra para o setor, entre outros temas, no X Encontro Nacional de Grupo de Usuários de Aplicativos Oracle – ORAUG BR, que acontece nesta quinta-feira (09), em São Paulo.
Realizado três vezes por ano, o objetivo do evento é reunir profissionais e usuários dos aplicativos da Oracle, discutir tendências para o mercado de T.I e agregar conhecimento sobre os produtos utilizados. Sob a temática “A carência de mão de obra em áreas como o T.I”, o evento reúne grandes novos de empresas do setor, como o Grupo Coldwell, Michael Page, Oracle University, Latin American Oracle Users Group (LAOUC), entre outros nomes.
Para o presidente do Instituto ORAUG-BR, Reinaldo Nogueira, o evento que acontece desde 2005, torna possível a troca de experiências entre os profissionais. “É muito importante saber o que está sendo feito no mercado e quais são as novidades do setor. A temática do déficit de mão de obra é uma preocupação de todas as associadas”, afirma.
A responsável pela educação da Oracle University, Débora Palermo, abordou o tema “Treinamento e Formação de Mão de Obra” e comentou sobre o papel da empresa na formação de profissionais pela Instituição e a importância das empresas investirem em capacitação.
Atualmente mais de 5 mil alunos são treinados por ano, cerca de 3 mil cursos são oferecidos e mais de 30 parceiros educacionais estão credenciados. No entanto, o déficit de mão de obra ainda é presente no Brasil. “O acesso a programas específicos de graduação e pós-graduação com universidades parceiras são opções para os profissionais maximizarem a formação para acompanhar o setor”, explica.
Em expansão no Brasil desde janeiro de 2011, o Grupo Coldwell, que inaugurou três novas unidades empresariais na região Sul, Nordeste e Centro-Oeste, contratou cerca de 20 novos profissionais para as empresas do Grupo. O desafio, segundo o presidente do Grupo, Ricardo Gimenez, se aplica aos exemplos abordados no evento: mão de obra qualificada.
Para Gimenez, a maior dificuldade é encontrar profissionais que queiram se comprometer, buscar crescimento dentro da empresa e encarar desafios. “Atualmente, o que encontramos é um mercado financeiramente inflacionado. Os profissionais capacitados e com boa formação pedem salários altos, mas os com menos instruções também pedem. Desta forma, ambos possuem valores elevados”, explica.
Um dos exemplos do déficit de mão de obra qualificada é o tempo médio para se efetuar uma contratação e a quantidade de currículos x profissionais que são chamados para entrevistas. “Geralmente são 30 dias para encontrar um bom profissional. Para a área técnica, por exemplo, recebemos 250 currículos para selecionar 15 e contratar apenas um profissional”, destaca Gimenez. “Este mesmo número vale para comparar a contratação de pessoal para a área contábil, tributária e comercial”, completa.
Embora a formação e a capacitação estejam no ranking da preferência das empresas de recrutamento, Ricardo Gimenez, também avalia postura e comportamento na hora de selecionar o candidato. “O bom profissional precisa estar antenado e de olho na evolução. Não contrato nenhum candidato que não tenha perfil no Linkedin ou no Facebook. É fundamental estar atualizado e ligado a tecnologia e inovação”, afirma.
O X Encontro Nacional do Grupo de Usuários de Aplicativos da Oracle está acontecendo nesta quinta-feira, na Amcham, localizada na Rua da Paz, 1431 – Santo Amaro, São Paulo, das 8h às 17h50. Durante o evento no período da tarde, profissionais e associados vão discutir temas recorrentes como migração para novas versões de produtos, SPED Fiscal e palestras específicas.
Veja direto da fonte: http://www.brasilengenharia.com.br/noticias.asp?noticia=9982
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Canal de divulgação:Portal BagueteData: 10/06/2011
Coldwell: 20% mais lucro com nova empresa
O Grupo Coldwell acaba de lançar uma nova empresa, a Coldwell Assessoria, focada na área contábil.
Sexta empresa do grupo, a divisão já larga com 17 clientes e mira o mercado de micro, pequenas e médias companhias.
Com ela, a meta é incrementar em 20%, este ano, o faturamento que fechou 2010 em R$ 8 milhões.
“A Coldwell Assessoria vai atender a companhias nacionais e multinacionais com soluções fiscais, financeiras e contábeis”, conta o diretor executivo do Grupo Coldwell, Fábio Araújo.
A nova empresa foi formalizada no mês de maio, quando a Coldwell assumiu a participação majoritária do escritório de assessoria contábil e empresarial CFL.
Agora, o grupo conta com oito plantas de negócios no Brasil.
Com a nova divisão de negócios, entra no setor de MPEs, com uma oferta que compreende, segundo Araújo, desde o serviço básico, como a abertura de uma empresa, até a gestão fiscal, financeira e contábil.
“Com esta nova marca, passamos a trazer soluções fiscais, empresariais, consultoria funcional, folhas de pagamento, recursos humanos, entre outros”, explica o diretor.
A Coldwell Assessoria também oferece produtos para complemento de gestão contábil e financeira, como geração de arquivos digitais, Nota Fiscal Eletrônica e Pis/Cofins.
“O objetivo é ampliar nossas ofertas a empresas nacionais e multinacionais que estão se instalando no Brasil e precisam de serviços de outsourcing, assessoria de controladoria e finanças, despachos e serviços legais, consultoria trabalhista e previdenciária com atendimento a questões contábeis, fiscais e de folha de pagamento”, afirma Araújo.
Com cerca de 10 profissionais, a Coldwell Assessoria também vai atender a companhias de médio e grande porte optantes pelo Lucro Presumido, que serão obrigadas a entregar o Sped Contábil e o Sped Pis/Cofins em 2012.
Com a nova marca, o Grupo Coldwell soma 6 divisões de negócios focada em serviços de alta tecnologia, como fiscal, BI, e gerenciamento de conteúdo (ECM).
A corporação cresceu 56% em 2010, contando com novas aquisições de empresas e parcerias. Para 2011, a previsão é crescer 100%
Veja direto da fonte:
http://www.baguete.com.br/noticias/software/10/06/2011/coldwell-20-mais-lucro-com-nova-empresa
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Canal de divulgação:Jornal do Comércio –RSData: 29/06/2011
Seção:Opinião Página: 3
Jornal Empresas e Negócios 2ª edição do Webinar
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Canal de divulgação:Jornal DCIData: 09/06/2011
Seção: Especial Página: 6
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